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Eu não faria

Bryan Adams. Uma música exagerada, mas é legal.



Escrito por Wagner às 01h57
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Breakaway

Nunca tinha ouvido falar dessa... Mas vou arriscar. Tradução abaixo!



Breakaway (Kelly Clarkson)

Cresci numa cidadezinha
E quando a chuva cismava em cair
Eu ficava olhando pela janela
Sonhando sobre o que poderia ser
E se eu ficasse bem, eu rezaria (eu rezaria)
Tentando de verdade alcançar
Mas quando eu tentei falar
Foi como se ninguém me ouvisse
Queria pertencer a esse lugar
Mas alguma coisa me fazia sentir deslocada
Então rezei pra conseguir escapar

Vou abrir minhas asas e aprender a voar
Farei o que for preciso pra tocar os céus
E vou fazer um pedido
Aproveitar a oportunidade
Promover uma mudança
E escapar
Da escuridão pra luz do sol
Mas não vou esquecer todos aqueles que amo
Vou arriscar
Aproveitar a oportunidade
Promover uma mudança
E escapar

Quero sentir a brisa quente
Dormir sob uma palmeira
Sentir o vaivém do oceano
Embarcar num trem-bala
Viajar num avião a jato, distante (vou estar)
E escapar

Arranha-céus com centenas de andares
Rodopiando entre as portas giratórias
Talvez eu não saiba onde eles vão me levar mas
Preciso continuar indo em frente, indo em frente
Voar, escapar
Vou abrir minhas asas
E aprender a voar
Se bem que é não é nada fácil lhe dizer adeus
Tenho que arriscar
Aproveitar a oportunidade
Promover a mudança
E escapar
Da escuridão pra luz do sol
Mas não vou esquecer de onde vim
Vou arriscar
Aproveitar a oportunidade
Promover a mudança
E escapar, escapar, escapar

Escrito por Wagner às 01h46
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Revidar

 

Pra falar a verdade eu sempre quis aprender a responder provocações e indiretas. Quando pequeno notava algo de interessante nas respostas prontas que, vez ou outra – muitas vezes em outras fases da vida – ouvia alguém dizendo para revidar uma provocação.

 

Na minha vez eu simplesmente não me sentia motivado. Na verdade, na enorme maioria das vezes, eu não sabia o que dizer. Tudo bem... Eu poderia até saber, mas não tinha a motivação, apesar de ter motivos.

 

Mania de minimizar conflitos? Não exatamente. Mania de não deixar que me digam o que fazer. Mania, também, de pensar nas oportunidades que não alcançaram quem geralmente se identifica com o papel de provocador.

 

Havia um santo que dizia temer homens de um livro só. É por aí... Penso que a razão do minimalismo de alguns (muitos, para ser sincero) começa aí. Ah... A falta que faz descobrir-se!

 

É estranho. Mas chega um momento que você não precisa mais dizer para si que é superior a dada ocasião. Você simplesmente é. E sabe disso. Não como quem busca algum orgulho ferido... Não. É como um estalo sucedido de um riso disfarçado: pois é, fazer o que se eu supero?

 

Deter-se na essência das coisas... Na essência das pessoas. É disso que falo.

 

Vergonha não é deixar de revidar. Vergonha, provavelmente, é contradizer-se.



Escrito por Wagner às 23h51
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